{"id":4822,"date":"2016-11-02T15:32:51","date_gmt":"2016-11-02T15:32:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.guia-verde.es\/itcjournal1\/?p=4822"},"modified":"2022-01-06T16:02:14","modified_gmt":"2022-01-06T16:02:14","slug":"ate-breve-george-meek","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.itcjournal.org\/?p=4822","title":{"rendered":"At\u00e9 Breve, George Meek!"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><b>At\u00e9 Breve, George Meek!<\/b><\/h2>\n<p><strong><em>Cristina Rocha<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Ao completar 89 invernos, falece um dos maiores entusiastas do interc\u00e2mbio entre o mundo material e o espiritual dos \u00faltimos tempos: George William Meek.<\/p>\n<p>Idealizador do Spiricom (jun\u00e7\u00e3o das palavras inglesas: spirit+communication) conseguiu com esse equipamento, nas d\u00e9cadas de 70 e 80, o primeiro di\u00e1logo gravado entre um encarnado &#8211; o extraordin\u00e1rio m\u00e9dium William John O\u2019Neil, t\u00e9cnico em eletr\u00f4nica e r\u00e1dio-amador &#8211; e o Esp\u00edrito George Jeffries Mueller, engenheiro el\u00e9trico falecido em 1967. Foram gravadas mais de 20 horas de comunica\u00e7\u00e3o bidirecional!<\/p>\n<p>O Spiricom era uma aparelhagem relativamente complexa, que aliava eletromagnetismo e ac\u00fastica.<\/p>\n<p>NASCE UM IDEALISTA: A INF\u00c2NCIA E A JUVENTUDE<\/p>\n<p>Em 7 de janeiro de 1910 nascia George William Meek em Springfield, uma cidade de m\u00e9dio porte, localizada no meio do estado de Ohio, nos EUA, invadida por fundi\u00e7\u00f5es, lojas de maquin\u00e1rios e a Universidade de Wittenberg.<\/p>\n<p>Ainda crian\u00e7a, ele apreciava fazer modelos em escala de avi\u00f5es e navios e, com a idade de 11 anos, construiu um r\u00e1dio simples, que funcionava usando um pequeno cristal Galena, um fio fino chamado \u201cbigode de gato\u201d, um resistor vari\u00e1vel e uma bobina embrulhada ao redor de uma caixa de aveia Quaker. Durante a inf\u00e2ncia, sua maior emo\u00e7\u00e3o foi o sucesso obtido ao sintonizar a KDKA pela primeira vez, a qual era uma esta\u00e7\u00e3o de r\u00e1dio de Pittsburg, a 150 milhas distante dal\u00ed.<\/p>\n<p>Motivado por uma intensa curiosidade sobre a natureza da vida e do universo e em como o homem a\u00ed se enquadra, ele preferiu esse comprometimento cient\u00edfico e na \u00e1rea da Mec\u00e2nica, aos esportes, apesar de seu pai ser propriet\u00e1rio de uma loja de artigos esportivos, na localidade.<\/p>\n<p>Na adolesc\u00eancia, George iniciou a sua explora\u00e7\u00e3o sobre as grandes religi\u00f5es do mundo. Tendo uma inclina\u00e7\u00e3o natural para a ci\u00eancia, ele muito cedo come\u00e7ou a seguir a advert\u00eancia b\u00edblica: \u201cprocurar, bater e pedir!\u201d Ele se esfor\u00e7ava por obter respostas para perguntas sobre Deus, a rela\u00e7\u00e3o entre o Homem e Deus, c\u00e9u e inferno, o prop\u00f3sito da vida e a possibilidade da vida ap\u00f3s a morte.<\/p>\n<p>O pai de Meek faleceu no in\u00edcio da Grande Depress\u00e3o que assolou a Am\u00e9rica do Norte. Deixou-lhe verba insuficiente para a sua educa\u00e7\u00e3o universit\u00e1ria. Os seus sonhos de estudar no conceituado Massachussets Institute of Technology (MIT) quase tornou-se realidade quando a Goodyear Corporation ofereceu 2 bolsas de estudo de 4 anos nessa t\u00e3o prestigiosa faculdade de engenharia, para estudantes que tivessem as melhores id\u00e9ias sobre mec\u00e2nica. George ficou em terceiro lugar com seu registro de v\u00e1rios modelos em escala, incluindo um transatl\u00e2ntico, um aeroplano tri-motor de metal, e uma r\u00e9plica do dirig\u00edvel Shenandoah. For\u00e7ado a mudar seus sonhos, Meek estudou durante um ano na Universidade de Wittenberg, mudando-se, a seguir, para a de Michigan, onde diplomou-se em 1932.<\/p>\n<p>Certa noite, quase ao final dos cursos de ver\u00e3o na faculdade, Meek dan\u00e7ou com uma jovem e atrativa mulher que ele acabava de conhecer: Jeannette Duncan. Apaixonaram-se e se casaram em 1934. Tiveram tr\u00eas filhos &#8211; George D., Willis E. e James L.. Jeannette era Mestre em Ling\u00fc\u00edstica e Orat\u00f3ria, e professora de ingl\u00eas e drama. Ela faleceu em abril de 1990.<\/p>\n<p>MEEK: O PROFISSIONAL<\/p>\n<p>Grande inventor, suas mais importantes patentes foram registradas no per\u00edodo entre os anos de 1960 e 1970. Alguns de seus inventos relacionados ao controle da polui\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica e do ar foram patenteados em 13 pa\u00edses e s\u00e3o de propriedade da A.B. Carl Munters, em Estocolmo, na Su\u00e9cia. Durante a 2.<sup>a<\/sup> Guerra Mundial trabalhou como Consultor T\u00e9cnico em algumas institui\u00e7\u00f5es de Londres e de Washington, D.C. (USA). Ap\u00f3s a guerra, durante aproximadamente 25 anos, planejou e supervisionou programas de pesquisa industrial e cient\u00edfica em laborat\u00f3rios dos EUA e da Europa. Ainda, dedicou-se extensivamente \u00e0s investiga\u00e7\u00f5es nas \u00e1reas da psiquiatria, da psicologia e da medicina.<\/p>\n<p>MEEK: O PESQUISADOR E ESCRITOR<\/p>\n<p>De 1970 em diante, George Meek, \u00e0 frente da Metascience Foundation, em Franklin, na Carolina do Norte, financiou e dedicou-se em tempo integral \u00e0s pesquisas da natureza e dos campos energ\u00e9ticos do Homem, e da interpenetra\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o-tempo dos sistemas.<\/p>\n<p>Meek escreveu alguns livros, entre eles:<\/p>\n<ul>\n<li>\u201cFrom Enigma to Science\u201d, em 1972, que tece um panorama sobre os poss\u00edveis desenvolvimentos atualizados na pesquisa parapsicol\u00f3gica.<\/li>\n<li>\u201cHealers and the Healing Process\u201d, 1977: trata de informa\u00e7\u00f5es sobre 10 anos de pesquisas levadas a efeito em 6 pa\u00edses por 14 reconhecidos investigadores na \u00e1rea da paranormalidade. Essa obra foi recomendada pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade como leitura necess\u00e1ria aos profissionais de sa\u00fade em todos os pa\u00edses emergentes (Meek, 1987, p.192). H\u00e1 tradu\u00e7\u00e3o deste livro para o portugu\u00eas: \u201cAs Curas Paranormais\u201d, publicada pela Pensamento.<\/li>\n<li>\u201cAfter we Die, What then?\u201d, 1980: essa obra informa sobre respostas cient\u00edficas a quest\u00f5es sobre a vida ap\u00f3s a morte, delineadas a partir de uma variedade de fontes religiosas e metaf\u00edsicas e relacionadas com as descobertas cient\u00edficas emergentes. Em 1980, no Rio de Janeiro, a Editora Record publicou essa obra traduzida para o portugu\u00eas por Gilberto Campista Guarino, com o t\u00edtulo: \u201cO Que nos Espera Depois da Morte ?\u201d<\/li>\n<li>\u201cThe Magic of Living Forever\u201d: refere-se a um op\u00fasculo ilustrado, que explica como \u00e9 poss\u00edvel para a mente, os bancos de mem\u00f3ria e a personalidade sobreviver \u00e0 morte do corpo f\u00edsico.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O MAIS IMPORTANTE TRABALHO DE GEORGE MEEK<\/p>\n<p>Segundo o cientista H.G.Andrade, o seu mais dileto amigo em plagas brasileiras, o trabalho mais importante desenvolvido por George Meek foi a divulga\u00e7\u00e3o da Transcomunica\u00e7\u00e3o Instrumental n\u00e3o s\u00f3 na Europa, mas no mundo todo. No ano de 1982, ele realizou 46 viagens visando esse mister. Ficou famoso o boletim emitido por ele, onde havia as mais atualizadas informa\u00e7\u00f5es sobre a TCI: Unlimited Horizons.<\/p>\n<p>A amizade de Andrade e Meek data da d\u00e9cada de 1970, primeira vez que Meek veio a S\u00e3o Paulo, com uma equipe de cientistas e professores universit\u00e1rios americanos, para pesquisar fen\u00f4menos de materializa\u00e7\u00e3o. Ele voltou v\u00e1rias vezes ao Brasil e os la\u00e7os dessa amizade foram se fortalecendo cada vez mais. Meek, j\u00e1 ent\u00e3o, teria voltado todos os seus esfor\u00e7os na investiga\u00e7\u00e3o da Transcomunica\u00e7\u00e3o Instrumental. Ao que tudo indica, o eng. Andrade est\u00e1 de posse da mais completa informa\u00e7\u00e3o sobre o Spiricom, inclusive das fitas gravadas ao longo da implanta\u00e7\u00e3o desse projeto. Essa documenta\u00e7\u00e3o foi-lhe presenteada pelo pr\u00f3prio George Meek, que teria investido nessa pesquisa, segundo ele mesmo comenta a Andrade, a quantia de mais de meio milh\u00e3o de d\u00f3lares.<\/p>\n<p>Andrade finaliza: \u201c&#8230; George Meek era uma grande pessoa. O sobrenome parece que \u00e9 devido ao comportamento dessa fam\u00edlia, do g\u00eanio bom deles, porque \u2018Meek\u2019 em ingl\u00eas significa meigo, delicado, bondoso. Ele realmente fazia juz ao sobrenome. Um homem extraordin\u00e1rio! Apesar de muito dedicado \u00e0 TCI, na \u00faltima carta que me enviou disse que, no futuro, a Transcomunica\u00e7\u00e3o seria telep\u00e1tica.\u201d<\/p>\n<p>Dos Estados Unidos da Am\u00e9rica do Norte vem um outro depoimento: da conhecida pesquisadora de TCI e amiga pessoal de Meek &#8211; Sarah Estep. \u00c9 ela, com sua peculiar simpatia, quem nos afirma: \u201c &#8230; George Meek foi (\u00e9) um homem maravilhoso&#8230; maravilhoso! Estou certa de que o tapete vermelho do C\u00e9u foi desenrolado para ele quando ele ali se aproximou h\u00e1 algum tempo, e que todos os coros celestes cantaram dando-lhe as boas vindas de retorno ao lar! &#8230;\u201d<\/p>\n<p>Sarah informou sobre o \u00faltimo livro escrito por Meek, o qual provavelmente ser\u00e1 publicado no pr\u00f3ximo ano e dever\u00e1 conter transcontactos que ele teve com sua querida falecida esposa, Jeannette.<\/p>\n<p>Ainda segundo Sarah, o seu primeiro encontro com G.Meek deu-se h\u00e1 20 anos. Ele tinha ouvido falar dela e escreveu-lhe para ver se ela poderia trabalhar com o Spiricom. Como todos sabiam, William O\u2019Neil estava obtendo extraordin\u00e1rio sucesso com o Spiricom e George Meek queria algu\u00e9m que obtivesse o mesmo tipo de resultados, o que refor\u00e7aria os que O\u2019Neil estava obtendo. Sarah concordou com o pedido de Meek.<\/p>\n<p>Assim, quando da pr\u00f3xima viagem de Meek e sua esposa \u00e0quela regi\u00e3o, Maryland, foram convidados a jantar com Sarah. Naquela noite, ele colocou algumas fitas cassetes com resultados obtidos por O\u2019Neil para que ela escutasse. Sarah ficou extremamente excitada pois nunca tinha ouvido nada t\u00e3o maravilhoso. E imediatamente concordou em trabalhar com o Spiricom.<\/p>\n<p>ALGUMAS DECEP\u00c7\u00d5ES<\/p>\n<p>Portanto, no dia seguinte, Meek trouxe e instalou o equipamento na resid\u00eancia de Sarah, que trabalhou com esse sistema durante um m\u00eas. Obteve vozes, mas elas n\u00e3o eram jamais semelhantes \u00e0s obtidas por O\u2019Neil. Sarah enfatiza que de fato as vozes assim obtidas basicamente foram do mesmo tipo das conseguidas durante as suas grava\u00e7\u00f5es regulares, com o seu tradicional gravador de rolo. Durante o tempo em que o equipamento ficou com Sarah, Meek a chamaria com freq\u00fc\u00eancia para saber como tudo estava indo.<\/p>\n<p>Sarah enviou-lhe algumas fitas cassetes contendo vozes obtidas com o Spiricom. Depois de um m\u00eas, ela disse ao Meek que achava que o equipamento n\u00e3o iria funcionar com ela da maneira como ambos almejavam. Assim, quando Meek retornasse \u00e0 regi\u00e3o, ele o levaria de volta. Foi exatamente o que ele f\u00eaz uma semana mais tarde, ao viajar a Maryland. Eles permaneceram bons amigos, apesar dela n\u00e3o ter conseguido obter melhores resultados com esse sistema.<\/p>\n<p>Segundo Sarah, esta situa\u00e7\u00e3o foi uma terr\u00edvel decep\u00e7\u00e3o para George Meek, o qual ainda tentou encontrar algu\u00e9m com quem pudesse fazer parceria para dar continuidade aos experimentos com o Spiricom. No entanto, n\u00e3o encontrou ningu\u00e9m suficientemente espiritualizado e desinteressado para prosseguir nesse mister.<\/p>\n<p>Cerca de seis meses ap\u00f3s, Meek apresentou o Spiricom ao resto do mundo, com as suas in\u00fameras viagens, totalmente custeadas por ele pr\u00f3prio.<\/p>\n<p>Sarah finalizou afirmando que \u201c&#8230; conforme disse antes, acredito que George era (e ainda \u00e9) uma pessoa muito maravilhosa! Foi o primeiro a nos mostrar que contactos extensivos a indiv\u00edduos em esp\u00edrito era poss\u00edvel. Ele deu uma grande dose de esperan\u00e7a a todos que trabalham seriamente nesse campo de estudo e investiga\u00e7\u00e3o, incentivando-os a continuarem os esfor\u00e7os no sentido de melhorar as comunica\u00e7\u00f5es com os que vivem em outras dimens\u00f5es&#8230;\u201d<\/p>\n<p>Meek teria tido informa\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Konstantin Raudive, atrav\u00e9s de telefonema vindo de Marduk e direcionado aos Estados Unidos, de que Jeannette, ap\u00f3s sua morte, estaria participando da equipe da Esta\u00e7\u00e3o Rio do Tempo. No entanto, parece que outra decep\u00e7\u00e3o de George foi n\u00e3o ter conseguido falar diretamente com sua querida esposa. E, no rol de suas frustra\u00e7\u00f5es, registra-se o fato dele constatar que o Spiricom s\u00f3 teria funcionado apresentando resultados extraordin\u00e1rios com O\u2019Neil e com ningu\u00e9m mais. Talvez porque nos fen\u00f4menos de TCI tamb\u00e9m s\u00e3o utilizados recursos liberados pelo campo mental do m\u00e9dium, verdadeira usina geradora de for\u00e7as mentais poderosas. Portanto, com seu mais importante invento n\u00e3o conseguiu mudar o mundo, apesar ainda de sua convic\u00e7\u00e3o plena na Vida ap\u00f3s a vida&#8230;<\/p>\n<p>CONCLUS\u00c3O<\/p>\n<p>Fica a certeza de que agora, na Espiritualidade, Meek est\u00e1 tendo as recompensas de tanto esfor\u00e7o e dedica\u00e7\u00e3o aos assuntos do Esp\u00edrito, j\u00e1 que, ap\u00f3s o per\u00edodo de recupera\u00e7\u00e3o, estar\u00e1 novamente de posse da consci\u00eancia plena, sem as limita\u00e7\u00f5es impostas pela estrutura bio-psico-fisiol\u00f3gica da mat\u00e9ria f\u00edsica. Isto porque, enquanto vivo, n\u00e3o conseguiu sucesso para o que tanto almejava: transmitir ao mundo a sua convic\u00e7\u00e3o absoluta na continuidade da vida ap\u00f3s a morte do corpo f\u00edsico.<\/p>\n<p>No entanto, registra-se a grandeza de sua fa\u00e7anha, com as palavras do pesquisador Andrade: \u201c&#8230;Talvez, as gera\u00e7\u00f5es futuras, olhando ao longo da perspectiva da Hist\u00f3ria, fa\u00e7am a justa avalia\u00e7\u00e3o do feito de George W. Meek e seus colegas, a nosso ver, mais importante e significante do que o primeiro passo do homem na Lua&#8230;\u201d. (Andrade, 1983, p.111).<\/p>\n<p>Ao grande pioneiro da TCI: George W. Meek, o eterno reconhecimento da Humanidade pelo seu imenso esfor\u00e7o e dedica\u00e7\u00e3o. E o nosso \u201cAT\u00c9 BREVE, GEORGE MEEK !\u201d<\/p>\n<p>REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/p>\n<p>ANDRADE, H.G. (1998) A Transcomunica\u00e7\u00e3o Atrav\u00e9s dos Tempos. S\u00e3o Paulo: FE Editora.<\/p>\n<p>ANDRADE, H.G. (1983). Morte, Renascimento, Evolu\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Pensamento.<\/p>\n<p>FULLER, J.G. (1985). The Ghost of 29 Megacycles. A New Breakthrough in Life After Death? London: Souvenir Press.<\/p>\n<p>MEEK, G.W. (1987) After we Die, What Then? Columbus, Ohio: Ariel Press.<\/p>\n<p>PS.: Correspond\u00eancias com Sarah Estep e Mark Macy (USA)<\/p>\n<p>Nesta coluna conheceremos uma personalidade de relevo na pesquisa e divulga\u00e7\u00e3o da TCI. Neste n\u00famero apresentamos George Meek.{:}{:pt}<\/p>\n<h2><b>At\u00e9 Breve, George Meek!<\/b><\/h2>\n<p><strong><em>Cristina Rocha<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Ao completar 89 invernos, falece um dos maiores entusiastas do interc\u00e2mbio entre o mundo material e o espiritual dos \u00faltimos tempos: George William Meek.<\/p>\n<p>Idealizador do Spiricom (jun\u00e7\u00e3o das palavras inglesas: spirit+communication) conseguiu com esse equipamento, nas d\u00e9cadas de 70 e 80, o primeiro di\u00e1logo gravado entre um encarnado &#8211; o extraordin\u00e1rio m\u00e9dium William John O\u2019Neil, t\u00e9cnico em eletr\u00f4nica e r\u00e1dio-amador &#8211; e o Esp\u00edrito George Jeffries Mueller, engenheiro el\u00e9trico falecido em 1967. Foram gravadas mais de 20 horas de comunica\u00e7\u00e3o bidirecional!<\/p>\n<p>O Spiricom era uma aparelhagem relativamente complexa, que aliava eletromagnetismo e ac\u00fastica.<\/p>\n<p>NASCE UM IDEALISTA: A INF\u00c2NCIA E A JUVENTUDE<\/p>\n<p>Em 7 de janeiro de 1910 nascia George William Meek em Springfield, uma cidade de m\u00e9dio porte, localizada no meio do estado de Ohio, nos EUA, invadida por fundi\u00e7\u00f5es, lojas de maquin\u00e1rios e a Universidade de Wittenberg.<\/p>\n<p>Ainda crian\u00e7a, ele apreciava fazer modelos em escala de avi\u00f5es e navios e, com a idade de 11 anos, construiu um r\u00e1dio simples, que funcionava usando um pequeno cristal Galena, um fio fino chamado \u201cbigode de gato\u201d, um resistor vari\u00e1vel e uma bobina embrulhada ao redor de uma caixa de aveia Quaker. Durante a inf\u00e2ncia, sua maior emo\u00e7\u00e3o foi o sucesso obtido ao sintonizar a KDKA pela primeira vez, a qual era uma esta\u00e7\u00e3o de r\u00e1dio de Pittsburg, a 150 milhas distante dal\u00ed.<\/p>\n<p>Motivado por uma intensa curiosidade sobre a natureza da vida e do universo e em como o homem a\u00ed se enquadra, ele preferiu esse comprometimento cient\u00edfico e na \u00e1rea da Mec\u00e2nica, aos esportes, apesar de seu pai ser propriet\u00e1rio de uma loja de artigos esportivos, na localidade.<\/p>\n<p>Na adolesc\u00eancia, George iniciou a sua explora\u00e7\u00e3o sobre as grandes religi\u00f5es do mundo. Tendo uma inclina\u00e7\u00e3o natural para a ci\u00eancia, ele muito cedo come\u00e7ou a seguir a advert\u00eancia b\u00edblica: \u201cprocurar, bater e pedir!\u201d Ele se esfor\u00e7ava por obter respostas para perguntas sobre Deus, a rela\u00e7\u00e3o entre o Homem e Deus, c\u00e9u e inferno, o prop\u00f3sito da vida e a possibilidade da vida ap\u00f3s a morte.<\/p>\n<p>O pai de Meek faleceu no in\u00edcio da Grande Depress\u00e3o que assolou a Am\u00e9rica do Norte. Deixou-lhe verba insuficiente para a sua educa\u00e7\u00e3o universit\u00e1ria. Os seus sonhos de estudar no conceituado Massachussets Institute of Technology (MIT) quase tornou-se realidade quando a Goodyear Corporation ofereceu 2 bolsas de estudo de 4 anos nessa t\u00e3o prestigiosa faculdade de engenharia, para estudantes que tivessem as melhores id\u00e9ias sobre mec\u00e2nica. George ficou em terceiro lugar com seu registro de v\u00e1rios modelos em escala, incluindo um transatl\u00e2ntico, um aeroplano tri-motor de metal, e uma r\u00e9plica do dirig\u00edvel Shenandoah. For\u00e7ado a mudar seus sonhos, Meek estudou durante um ano na Universidade de Wittenberg, mudando-se, a seguir, para a de Michigan, onde diplomou-se em 1932.<\/p>\n<p>Certa noite, quase ao final dos cursos de ver\u00e3o na faculdade, Meek dan\u00e7ou com uma jovem e atrativa mulher que ele acabava de conhecer: Jeannette Duncan. Apaixonaram-se e se casaram em 1934. Tiveram tr\u00eas filhos &#8211; George D., Willis E. e James L.. Jeannette era Mestre em Ling\u00fc\u00edstica e Orat\u00f3ria, e professora de ingl\u00eas e drama. Ela faleceu em abril de 1990.<\/p>\n<p>MEEK: O PROFISSIONAL<\/p>\n<p>Grande inventor, suas mais importantes patentes foram registradas no per\u00edodo entre os anos de 1960 e 1970. Alguns de seus inventos relacionados ao controle da polui\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica e do ar foram patenteados em 13 pa\u00edses e s\u00e3o de propriedade da A.B. Carl Munters, em Estocolmo, na Su\u00e9cia. Durante a 2.<sup>a<\/sup> Guerra Mundial trabalhou como Consultor T\u00e9cnico em algumas institui\u00e7\u00f5es de Londres e de Washington, D.C. (USA). Ap\u00f3s a guerra, durante aproximadamente 25 anos, planejou e supervisionou programas de pesquisa industrial e cient\u00edfica em laborat\u00f3rios dos EUA e da Europa. Ainda, dedicou-se extensivamente \u00e0s investiga\u00e7\u00f5es nas \u00e1reas da psiquiatria, da psicologia e da medicina.<\/p>\n<p>MEEK: O PESQUISADOR E ESCRITOR<\/p>\n<p>De 1970 em diante, George Meek, \u00e0 frente da Metascience Foundation, em Franklin, na Carolina do Norte, financiou e dedicou-se em tempo integral \u00e0s pesquisas da natureza e dos campos energ\u00e9ticos do Homem, e da interpenetra\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o-tempo dos sistemas.<\/p>\n<p>Meek escreveu alguns livros, entre eles:<\/p>\n<ul>\n<li>\u201cFrom Enigma to Science\u201d, em 1972, que tece um panorama sobre os poss\u00edveis desenvolvimentos atualizados na pesquisa parapsicol\u00f3gica.<\/li>\n<li>\u201cHealers and the Healing Process\u201d, 1977: trata de informa\u00e7\u00f5es sobre 10 anos de pesquisas levadas a efeito em 6 pa\u00edses por 14 reconhecidos investigadores na \u00e1rea da paranormalidade. Essa obra foi recomendada pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade como leitura necess\u00e1ria aos profissionais de sa\u00fade em todos os pa\u00edses emergentes (Meek, 1987, p.192). H\u00e1 tradu\u00e7\u00e3o deste livro para o portugu\u00eas: \u201cAs Curas Paranormais\u201d, publicada pela Pensamento.<\/li>\n<li>\u201cAfter we Die, What then?\u201d, 1980: essa obra informa sobre respostas cient\u00edficas a quest\u00f5es sobre a vida ap\u00f3s a morte, delineadas a partir de uma variedade de fontes religiosas e metaf\u00edsicas e relacionadas com as descobertas cient\u00edficas emergentes. Em 1980, no Rio de Janeiro, a Editora Record publicou essa obra traduzida para o portugu\u00eas por Gilberto Campista Guarino, com o t\u00edtulo: \u201cO Que nos Espera Depois da Morte ?\u201d<\/li>\n<li>\u201cThe Magic of Living Forever\u201d: refere-se a um op\u00fasculo ilustrado, que explica como \u00e9 poss\u00edvel para a mente, os bancos de mem\u00f3ria e a personalidade sobreviver \u00e0 morte do corpo f\u00edsico.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O MAIS IMPORTANTE TRABALHO DE GEORGE MEEK<\/p>\n<p>Segundo o cientista H.G.Andrade, o seu mais dileto amigo em plagas brasileiras, o trabalho mais importante desenvolvido por George Meek foi a divulga\u00e7\u00e3o da Transcomunica\u00e7\u00e3o Instrumental n\u00e3o s\u00f3 na Europa, mas no mundo todo. No ano de 1982, ele realizou 46 viagens visando esse mister. Ficou famoso o boletim emitido por ele, onde havia as mais atualizadas informa\u00e7\u00f5es sobre a TCI: Unlimited Horizons.<\/p>\n<p>A amizade de Andrade e Meek data da d\u00e9cada de 1970, primeira vez que Meek veio a S\u00e3o Paulo, com uma equipe de cientistas e professores universit\u00e1rios americanos, para pesquisar fen\u00f4menos de materializa\u00e7\u00e3o. Ele voltou v\u00e1rias vezes ao Brasil e os la\u00e7os dessa amizade foram se fortalecendo cada vez mais. Meek, j\u00e1 ent\u00e3o, teria voltado todos os seus esfor\u00e7os na investiga\u00e7\u00e3o da Transcomunica\u00e7\u00e3o Instrumental. Ao que tudo indica, o eng. Andrade est\u00e1 de posse da mais completa informa\u00e7\u00e3o sobre o Spiricom, inclusive das fitas gravadas ao longo da implanta\u00e7\u00e3o desse projeto. Essa documenta\u00e7\u00e3o foi-lhe presenteada pelo pr\u00f3prio George Meek, que teria investido nessa pesquisa, segundo ele mesmo comenta a Andrade, a quantia de mais de meio milh\u00e3o de d\u00f3lares.<\/p>\n<p>Andrade finaliza: \u201c&#8230; George Meek era uma grande pessoa. O sobrenome parece que \u00e9 devido ao comportamento dessa fam\u00edlia, do g\u00eanio bom deles, porque \u2018Meek\u2019 em ingl\u00eas significa meigo, delicado, bondoso. Ele realmente fazia juz ao sobrenome. Um homem extraordin\u00e1rio! Apesar de muito dedicado \u00e0 TCI, na \u00faltima carta que me enviou disse que, no futuro, a Transcomunica\u00e7\u00e3o seria telep\u00e1tica.\u201d<\/p>\n<p>Dos Estados Unidos da Am\u00e9rica do Norte vem um outro depoimento: da conhecida pesquisadora de TCI e amiga pessoal de Meek &#8211; Sarah Estep. \u00c9 ela, com sua peculiar simpatia, quem nos afirma: \u201c &#8230; George Meek foi (\u00e9) um homem maravilhoso&#8230; maravilhoso! Estou certa de que o tapete vermelho do C\u00e9u foi desenrolado para ele quando ele ali se aproximou h\u00e1 algum tempo, e que todos os coros celestes cantaram dando-lhe as boas vindas de retorno ao lar! &#8230;\u201d<\/p>\n<p>Sarah informou sobre o \u00faltimo livro escrito por Meek, o qual provavelmente ser\u00e1 publicado no pr\u00f3ximo ano e dever\u00e1 conter transcontactos que ele teve com sua querida falecida esposa, Jeannette.<\/p>\n<p>Ainda segundo Sarah, o seu primeiro encontro com G.Meek deu-se h\u00e1 20 anos. Ele tinha ouvido falar dela e escreveu-lhe para ver se ela poderia trabalhar com o Spiricom. Como todos sabiam, William O\u2019Neil estava obtendo extraordin\u00e1rio sucesso com o Spiricom e George Meek queria algu\u00e9m que obtivesse o mesmo tipo de resultados, o que refor\u00e7aria os que O\u2019Neil estava obtendo. Sarah concordou com o pedido de Meek.<\/p>\n<p>Assim, quando da pr\u00f3xima viagem de Meek e sua esposa \u00e0quela regi\u00e3o, Maryland, foram convidados a jantar com Sarah. Naquela noite, ele colocou algumas fitas cassetes com resultados obtidos por O\u2019Neil para que ela escutasse. Sarah ficou extremamente excitada pois nunca tinha ouvido nada t\u00e3o maravilhoso. E imediatamente concordou em trabalhar com o Spiricom.<\/p>\n<p>ALGUMAS DECEP\u00c7\u00d5ES<\/p>\n<p>Portanto, no dia seguinte, Meek trouxe e instalou o equipamento na resid\u00eancia de Sarah, que trabalhou com esse sistema durante um m\u00eas. Obteve vozes, mas elas n\u00e3o eram jamais semelhantes \u00e0s obtidas por O\u2019Neil. Sarah enfatiza que de fato as vozes assim obtidas basicamente foram do mesmo tipo das conseguidas durante as suas grava\u00e7\u00f5es regulares, com o seu tradicional gravador de rolo. Durante o tempo em que o equipamento ficou com Sarah, Meek a chamaria com freq\u00fc\u00eancia para saber como tudo estava indo.<\/p>\n<p>Sarah enviou-lhe algumas fitas cassetes contendo vozes obtidas com o Spiricom. Depois de um m\u00eas, ela disse ao Meek que achava que o equipamento n\u00e3o iria funcionar com ela da maneira como ambos almejavam. Assim, quando Meek retornasse \u00e0 regi\u00e3o, ele o levaria de volta. Foi exatamente o que ele f\u00eaz uma semana mais tarde, ao viajar a Maryland. Eles permaneceram bons amigos, apesar dela n\u00e3o ter conseguido obter melhores resultados com esse sistema.<\/p>\n<p>Segundo Sarah, esta situa\u00e7\u00e3o foi uma terr\u00edvel decep\u00e7\u00e3o para George Meek, o qual ainda tentou encontrar algu\u00e9m com quem pudesse fazer parceria para dar continuidade aos experimentos com o Spiricom. No entanto, n\u00e3o encontrou ningu\u00e9m suficientemente espiritualizado e desinteressado para prosseguir nesse mister.<\/p>\n<p>Cerca de seis meses ap\u00f3s, Meek apresentou o Spiricom ao resto do mundo, com as suas in\u00fameras viagens, totalmente custeadas por ele pr\u00f3prio.<\/p>\n<p>Sarah finalizou afirmando que \u201c&#8230; conforme disse antes, acredito que George era (e ainda \u00e9) uma pessoa muito maravilhosa! Foi o primeiro a nos mostrar que contactos extensivos a indiv\u00edduos em esp\u00edrito era poss\u00edvel. Ele deu uma grande dose de esperan\u00e7a a todos que trabalham seriamente nesse campo de estudo e investiga\u00e7\u00e3o, incentivando-os a continuarem os esfor\u00e7os no sentido de melhorar as comunica\u00e7\u00f5es com os que vivem em outras dimens\u00f5es&#8230;\u201d<\/p>\n<p>Meek teria tido informa\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Konstantin Raudive, atrav\u00e9s de telefonema vindo de Marduk e direcionado aos Estados Unidos, de que Jeannette, ap\u00f3s sua morte, estaria participando da equipe da Esta\u00e7\u00e3o Rio do Tempo. No entanto, parece que outra decep\u00e7\u00e3o de George foi n\u00e3o ter conseguido falar diretamente com sua querida esposa. E, no rol de suas frustra\u00e7\u00f5es, registra-se o fato dele constatar que o Spiricom s\u00f3 teria funcionado apresentando resultados extraordin\u00e1rios com O\u2019Neil e com ningu\u00e9m mais. Talvez porque nos fen\u00f4menos de TCI tamb\u00e9m s\u00e3o utilizados recursos liberados pelo campo mental do m\u00e9dium, verdadeira usina geradora de for\u00e7as mentais poderosas. Portanto, com seu mais importante invento n\u00e3o conseguiu mudar o mundo, apesar ainda de sua convic\u00e7\u00e3o plena na Vida ap\u00f3s a vida&#8230;<\/p>\n<p>CONCLUS\u00c3O<\/p>\n<p>Fica a certeza de que agora, na Espiritualidade, Meek est\u00e1 tendo as recompensas de tanto esfor\u00e7o e dedica\u00e7\u00e3o aos assuntos do Esp\u00edrito, j\u00e1 que, ap\u00f3s o per\u00edodo de recupera\u00e7\u00e3o, estar\u00e1 novamente de posse da consci\u00eancia plena, sem as limita\u00e7\u00f5es impostas pela estrutura bio-psico-fisiol\u00f3gica da mat\u00e9ria f\u00edsica. Isto porque, enquanto vivo, n\u00e3o conseguiu sucesso para o que tanto almejava: transmitir ao mundo a sua convic\u00e7\u00e3o absoluta na continuidade da vida ap\u00f3s a morte do corpo f\u00edsico.<\/p>\n<p>No entanto, registra-se a grandeza de sua fa\u00e7anha, com as palavras do pesquisador Andrade: \u201c&#8230;Talvez, as gera\u00e7\u00f5es futuras, olhando ao longo da perspectiva da Hist\u00f3ria, fa\u00e7am a justa avalia\u00e7\u00e3o do feito de George W. Meek e seus colegas, a nosso ver, mais importante e significante do que o primeiro passo do homem na Lua&#8230;\u201d. (Andrade, 1983, p.111).<\/p>\n<p>Ao grande pioneiro da TCI: George W. Meek, o eterno reconhecimento da Humanidade pelo seu imenso esfor\u00e7o e dedica\u00e7\u00e3o. E o nosso \u201cAT\u00c9 BREVE, GEORGE MEEK !\u201d<\/p>\n<p>REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/p>\n<p>ANDRADE, H.G. (1998) A Transcomunica\u00e7\u00e3o Atrav\u00e9s dos Tempos. S\u00e3o Paulo: FE Editora.<\/p>\n<p>ANDRADE, H.G. (1983). Morte, Renascimento, Evolu\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Pensamento.<\/p>\n<p>FULLER, J.G. (1985). The Ghost of 29 Megacycles. A New Breakthrough in Life After Death? London: Souvenir Press.<\/p>\n<p>MEEK, G.W. (1987) After we Die, What Then? Columbus, Ohio: Ariel Press.<\/p>\n<p>PS.: Correspond\u00eancias com Sarah Estep e Mark Macy (USA)<\/p>\n<p>Nesta coluna conheceremos uma personalidade de relevo na pesquisa e divulga\u00e7\u00e3o da TCI. Neste n\u00famero apresentamos George Meek.{:}<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; At\u00e9 Breve, George Meek! Cristina Rocha Ao completar 89 invernos, falece um dos maiores entusiastas do interc\u00e2mbio entre o mundo material e o espiritual dos \u00faltimos tempos: George William Meek. 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